Cintia, deixarei postado o vídeo que envistes via e-mail, pois acredito que é ótimo para nosso registro. Colocarei somente uma delas, pois os demais é facil de procurar por ser do mesmo autor.
Espaço de discussão e reflexão sobre a experiência do olhar e suas reverberações no corpo na construção/remontagem do espetáculo de dança contemporânea "feche os olhos para olhar" da desCompanhia de dança.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Intervenção urbana
Des, posto esse vido da Nova Dança 4
Sei que vocês já devem ter visto, mas é incrível a percepção entre eles, espaço e com as pessoas ao redor. Que olhar é esse, como chego nele? Bom, um dia de cada, quando crescer quero ser assim ;)
Sei que vocês já devem ter visto, mas é incrível a percepção entre eles, espaço e com as pessoas ao redor. Que olhar é esse, como chego nele? Bom, um dia de cada, quando crescer quero ser assim ;)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Gargalhada Bebê
des, segue o vídeo que comentei hoje no ensaio. Gosto de pensar que mundo é esse que um dia fizemos parte. Será que perdemos esse olhar de bebê ou de criança?
“A criança olha, o adulto vê. Ver é reconhecer, olhar é captar. Há algo mais atento do que o olhar de uma criança de colo? Atenção pura, percepção pura, puro presente, presença total. "Ao lado disso, o restante da nossa vida parece coisa de segunda mão ou emprestada, algo um tanto sem viço, usado, desgastado", diz André comte-Sponville. Felizes dos que mantêm essa capacidade infantil do olhar atento que se surpreende com o mundo. Pobres dos que aprendem a ver, a selecionar o que faz sentido, o que se enquadra no conhecido, e a descartar o resto.
Para a criança, basta inclinar a cabeça e tudo muda. Porque muda o todo. Encantamento, mágica, fruição da percepção: o novo, o diferente, acolhidos com um sorriso. A criança olha o todo. O detalhe que muda, efetua a mudança do todo. O adulto analisa: uma parte mudou, o resto não. Sabedoria? Ou ignorância dos efeitos holísticos?
Olho e não vejo. Está lá mas não reconheço. Porque minha atenção se volta toda para aquilo que, no olhar, reconheço. O brilho do que vejo ofusca o resto e me cega. Aprender a ver, desaprender a olhar.
Amadurecer. Afirmar. Não ver, por rejeitar. Olhar que não quer ver. Olhar estúpido. Estúpido porque não é amoroso, gentil ou acolhedor. Porque é seletivo, porque rejeita. Olhar militante. Olhar que nega, nega reconhecimento, nega acolhida. Olhar duro, olhar arguto, olhar de rapina: fixo no objetivo.
Envelhecer. Olhar sem ver. Olhar estúpido. Não é que nada reconhece, mas sim que nada o surpreende. Tédio que supõe conhecer tudo ou que não quer conhecer mais nada. Cansaço da surpresa. Enfado de quem não quer mais nada de novo. Rejeição do aprendizado. Vontade de ignorar tudo. Desejo do nada. Vontade de morte.”
Jaime Wagner
Olhar e ver – por Jaime Wagner
A seguir deixo um texto que encontrei na internet que eu gostei e que fala do mesmo assunto. O link do site original é esse daqui. Yiuki“A criança olha, o adulto vê. Ver é reconhecer, olhar é captar. Há algo mais atento do que o olhar de uma criança de colo? Atenção pura, percepção pura, puro presente, presença total. "Ao lado disso, o restante da nossa vida parece coisa de segunda mão ou emprestada, algo um tanto sem viço, usado, desgastado", diz André comte-Sponville. Felizes dos que mantêm essa capacidade infantil do olhar atento que se surpreende com o mundo. Pobres dos que aprendem a ver, a selecionar o que faz sentido, o que se enquadra no conhecido, e a descartar o resto.
Para a criança, basta inclinar a cabeça e tudo muda. Porque muda o todo. Encantamento, mágica, fruição da percepção: o novo, o diferente, acolhidos com um sorriso. A criança olha o todo. O detalhe que muda, efetua a mudança do todo. O adulto analisa: uma parte mudou, o resto não. Sabedoria? Ou ignorância dos efeitos holísticos?
Olho e não vejo. Está lá mas não reconheço. Porque minha atenção se volta toda para aquilo que, no olhar, reconheço. O brilho do que vejo ofusca o resto e me cega. Aprender a ver, desaprender a olhar.
Amadurecer. Afirmar. Não ver, por rejeitar. Olhar que não quer ver. Olhar estúpido. Estúpido porque não é amoroso, gentil ou acolhedor. Porque é seletivo, porque rejeita. Olhar militante. Olhar que nega, nega reconhecimento, nega acolhida. Olhar duro, olhar arguto, olhar de rapina: fixo no objetivo.
Envelhecer. Olhar sem ver. Olhar estúpido. Não é que nada reconhece, mas sim que nada o surpreende. Tédio que supõe conhecer tudo ou que não quer conhecer mais nada. Cansaço da surpresa. Enfado de quem não quer mais nada de novo. Rejeição do aprendizado. Vontade de ignorar tudo. Desejo do nada. Vontade de morte.”
Jaime Wagner
segunda-feira, 19 de abril de 2010
The Holy Moment
Link de um vídeo que eu gosto muito e que hoje faz todo sentido sobre os meus desejos existencialistas do olhar. É preciso ver até o fim:
http://www.youtube.com/watch?v=tDU3l8G3Ru8
http://www.youtube.com/watch?v=tDU3l8G3Ru8
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